sexta-feira, 8 de janeiro de 2010


"Você gosta deste cara , mas não consegue saber se ele gosta de você. Você inventa desculpas , decide que ele está confuso. Pare de se enganar.
Existe uma explicação muito mais simples: ele não está afim de você.
Talvez o final feliz seja , só seguir em frente. "
(movie)


E aí, quando voce estiver muito apaixonado por você mesmo , vai poder ser muito feliz e se apaixonar por alguém.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Sou realista, sincera demais. Apesar de achar que sinceridade pode não ser uma qualidade por completo, e sim uma complicação. Ela é desejada, mas até os que a desejam, não estão preparados para tal. Prefiro ouvir uma sinceridade nua e crua, dolorosa, do que ser enganada.
Odeio sentimentos fracos, sem intensidade, nem vida. Gosto de sentir o que ainda não senti, são tantos meios e modos, tantas coisas a serem descobertas.
Não gosto de conformismo, muito menos conformismo barato, apesar de ser conformada. Conformada com o que eu demorei a me conformar, luto primeiro. Antes, deve-se desobedecer, certas desobediências são desejadas, esperadas, pra que aceitar de cara, tudo? Tento até chegar à desesperança, então é hora de parar, e se conformar. Mas não com o que você não conseguiu, e sim estar conformada com si própria, que chegou o limite.
O que me tira do eixo, me descarrila, tira o meu tino, me disparata, me satisfaz. Me ganha, me conquista de uma forma violenta, repentinamente, me levando pelos ares. Gosto de ter a minha alma satisfeita, só assim, naturalmente, vem a afeição dedicada e constante, leal, fiel. Como um feitiço, encanto, mágica.
Gosto do contato, contato verídico. Pois é possível muito bem encostar, e não sentir. É preciso perceber com atenção e minúcia, apreciar o gosto, o gosto do toque.
Preciso de estímulos, novidades, reciclagem, engano, ilusão, desilusão. Expor pensamentos, palavras, idéias, músicas. Preciso me colocar em evidência, me arriscar, me sujeitar, correr perigo, tirar algum sentimento, mesmo que sem sentido, de algum lugar. Acertar, errar, quebrar a cara e depois emendar...
Necessito de emoções que me somem algo, da onde eu possa tirar experiência, que me amadureçam... Desabrochem inspiração.
Sou um pouco de tudo: tudo, de um pouco; de um pouco, tudo.


(Pâmella Véras)

sábado, 2 de janeiro de 2010


Na realidade eu gostaria que fosse tudo diferente.
Eu sei que é besteira eu pensar assim.
Afinal, nem eu, muito menos você somos desse tipo.
Mas não custa nada sonhar, não é mesmo?
Ou talvez custe, e muito.
Talvez custe minha sanidade.
Minha paz.
Minha harmonia.
E pior, meu amor.





Meu amor próprio.